Construímos produtos digitais, automação e infraestrutura com a mesma disciplina que o Grupo N9 aplica às suas operações financeiras — para o próprio grupo e para empresas parceiras.
OCR e extração estruturada sobre modelos de linguagem, com motor de consenso entre modelos e detecção de red-flags — extração de alto risco não depende da saída de um único modelo. Evals tratados como produto: golden-set de documentos rotulados e limiar mínimo de acerto por campo crítico antes de qualquer motor ir para produção.
Sistemas agênticos construídos com Claude Code, MCP e RAG — agentes, pipelines e conhecimento de domínio integrados aos processos reais do seu negócio, não ferramentas genéricas de prateleira.
Conexão segura com bancos e meios de pagamento — conciliação, extratos e Pix automatizados, com autenticação de nível bancário.
A própria N9 roda 100% self-hosted — Docker, Traefik, Postgres, MinIO. Mas nem todo projeto de cliente pede isso: a escolha entre infraestrutura própria, GCP ou AWS é feita caso a caso, por custo, controle e exigência regulatória — executada como programa de marcos verificáveis, com custo recorrente revisado como disciplina de produto.
Engenharia reversa de sistemas sem código-fonte disponível — recuperação de algoritmos de negócio de ERPs legados para reconstruí-los como produtos modernos, sem interromper a operação original.
A mesma disciplina que aplicamos à análise de uma operação financeira, aplicamos à construção de cada sistema: decisões de produto sob restrições reais de custo, privacidade e confiabilidade — e evals como critério de o que vai para produção, não opinião.
Atendemos tanto as operações internas do Grupo N9 quanto empresas parceiras que precisam de tecnologia construída sob medida — não produtos de prateleira, mas soluções desenhadas para o problema real.
Esse método não nasceu com a IA. Vem de duas décadas validando sistemas sob auditoria regulatória, governando fundos sob regras da CVM e entregando migrações críticas sem parar a operação — hoje aplicado à forma como construímos e avaliamos software e modelos de linguagem.
Nada entra em produção — seja um sistema, um agente ou um modelo — sem passar por um critério explícito, documentado e verificável.
Evals tratados como critério de release, não opinião: golden-set de casos rotulados, limiar mínimo por campo crítico. Nenhum motor novo — de IA ou de sistema — entra em produção sem bater a régua. A mesma disciplina de validação de sistemas computadorizados sob auditoria regulatória, hoje aplicada a modelos de linguagem.
Cada decisão de arquitetura vira um ADR; cada mudança vira uma issue rastreável — nada depende de memória ou de uma única pessoa lembrar o porquê.
Projetos grandes viram programas com marcos numerados, não big-bang. Migrações inteiras de infraestrutura são entregues marco a marco, com a operação que depende delas seguindo no ar o tempo todo.
Backups, controle de acesso, segredos e credenciais tratados com o rigor de uma operação 24x7 sob auditoria — não como item de checklist no fim do projeto.
Custo recorrente de infraestrutura e de inferência de IA é revisado como parte do produto, não depois. O que não gera valor real é cortado, não acumulado.
“A mesma disciplina que protege um investimento deve proteger um sistema.”
Mais de 20 anos no mercado financeiro e gestão empresarial, com atuação direta na construção e operação de sistemas próprios — integrações bancárias, automação de documentos com IA e infraestrutura self-hosted aplicadas às operações do próprio Grupo N9.
Empresas com um problema real de automação, integração ou infraestrutura podem falar diretamente com quem constrói. Resposta em até 48h úteis.